Colunistas - São Paulo São

São Paulo São Colunistas

O Profeta Gentileza e sua delicadeza em flores astrais, físicas e espirituais, distribuídas e semeadas, ao longo de anos, pela Cidade Maravilhosa e terras de Araribóia, foi telúrico, metafórico e visceral.

Rua em Nørrebro bairro de Copenhague, capital da Dinamarca,  uma das mais seguras do mundo para pedestres. Foto: F.D.Walker.  Rua em Nørrebro bairro de Copenhague, capital da Dinamarca, uma das mais seguras do mundo para pedestres. Foto: F.D.Walker.

Todos precisam se locomover, independentemente da idade, do gênero, da cor, da condição social e das limitações físicas. Mas no Brasil, país conhecido pela desigualdade, a mobilidade não é inclusiva. Estudos mostram que, nas grandes cidades brasileiras, pretos e pardos levam 14 minutos a mais por dia em seus deslocamentos quando comparados com pessoas brancas. Mulheres negras, em sua maioria, vivem mais distantes dos eixos de transporte coletivo, como metrô e trens, do que o restante da população. E pessoas idosas não conseguem atravessar nas faixas de pedestre com segurança porque os tempos semafóricos são muito curtos para a travessia. Deficientes físicos encaram muitos desafios, com as diversas barreiras à acessibilidade nas ruas, bem como as dificuldades no transporte público.

Aston Martin DB5: o carro do agente secreto se transformou em objeto de desejo de fãs de automóveis e colecionadores no mundo todo. Foto: Divulgação.Aston Martin DB5: o carro do agente secreto se transformou em objeto de desejo de fãs de automóveis e colecionadores no mundo todo. Foto: Divulgação.

Sean Connery (Edimburgo, 25 de agosto de 1930 — Nassau, 31 de outubro de 2020) ficou marcado por um grande papel no cinema. Seu 007 é um daqueles personagens que marcam época, mexem com a cultura e influenciam hábitos.

Nunca consumi tanto azeite quanto nesta minha etapa de vida portuguesa. Foto: Getty Images.Nunca consumi tanto azeite quanto nesta minha etapa de vida portuguesa. Foto: Getty Images.

Portugal é o oitavo maior produtor de azeite do mundo, mas deverá ter uma queda na produção na safra 2020/2021, de acordo com os dados recentes do relatório da Comissão Europeia. E o que eu tenho a ver com isso? Talvez o fato de não passar um dia sem “azeitar” a goela possa explicar alguma coisa. Nunca consumi tanto azeite quanto nesta minha etapa de vida portuguesa. Que me perdoem a soja, o girassol, o milho, o gergelim, o coco, mas óleo para mim é o que sai da prensa das azeitonas. Nem sei se é correto abrir mão dos outros ou praticamente dar exclusividade para o bom e velho azeite, mas vai em tudo, sem muito critério para os virgens, os extra virgens ou os mais “simples”: desde chuchar o miolo do pão com um pouquinho de sal, passando pelo refogado da cebola e do alho, pelas sopas, pelos ovos e bifes fritos, até, claro, para cobrir a bela bacalhoada. Eu certamente puxo para cima o consumo per capita português, que é de aproximadamente sete litros por ano (era de pouco mais de 2,5 litros nos anos 1990). Na verdade, acho que estou mais para os gregos, que consomem cerca de 15 litros por ano. Pensando bem, será que não gasto uma embalagem daquelas de dois litros por mês?

A partir desta semana, começa o processo para escolher a Árvore Europeia de 2021. Foto: ONU.A partir desta semana, começa o processo para escolher a Árvore Europeia de 2021. Foto: ONU.

Em meio a tantos indicadores da Covid e ranking de mortes, recuperados, infectados, uma nova lista deve dar alguma leveza para os países europeus. A partir desta semana, começa o processo para escolher a Árvore Européia de 2021. Sim, isso mesmo. Um grande concurso, que já tem mais de dez edições, aponta aquelas que são as mais representativas árvores dos 16 países que fazem parte do “campeonato”. E não basta ser bonita ou frondosa: as escolhidas, normalmente árvores antigas, precisam também ter importância histórica e cultural.

Ativista da Oceans Asia, segura máscaras encontradas em uma praia perto de Hong Kong. As máscaras têm aparecido em quantidades crescentes. Foto: Anthony Wallace / Getty Images.Ativista da Oceans Asia, segura máscaras encontradas em uma praia perto de Hong Kong. As máscaras têm aparecido em quantidades crescentes. Foto: Anthony Wallace / Getty Images.

O título poderia ser até de um artigo sobre como as pessoas estão mostrando as suas verdadeiras faces nesta época de pandemia, de fake news, de radicalismo, de falta de empatia etc etc. Mas trata-se mesmo de falar sobre a quantidade de máscaras, daquelas que muitos usam no cotovelo, no pescoço ou, como alguns presidentes, protegendo a testa e os olhos (quando usam, claro), que vem sendo descartadas diariamente nas ruas e lixeiras.