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Além de acompanhar toda a programação comemorativa do centenário da Semana de Arte Moderna de 1922, o público terá acesso a um conteúdo diverso e exclusivo sobre o tema. Imagem: Reprodução.Além de acompanhar toda a programação comemorativa do centenário da Semana de Arte Moderna de 1922, o público terá acesso a um conteúdo diverso e exclusivo sobre o tema. Imagem: Reprodução.A Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo lançou nesta quarta-feira 1/9, data em que se comemora o nascimento de Tarsila do Amaral, a Agenda Tarsila, um braço fundamental do projeto “Modernismo Hoje”, concebido pela pasta para celebrar o legado da Semana de Arte Moderna de 1922. A iniciativa é um guia especial e único sobre a temática.

Além de acompanhar a programação, o público poderá conferir a história do movimento modernista, curiosidades, galerias de fotos, entrevistas exclusivas com familiares, artistas contemporâneos e pesquisadores dos principais personagens que lançaram tendência no Movimento Modernista, como Tarsilinha do Amaral, sobrinha-neta de Tarsila do Amaral.

Autorretrato, Tarsila do Amaral, 1923. Imagem: Reprodução.Autorretrato, Tarsila do Amaral, 1923. Imagem: Reprodução.“Uma data da importância da Semana de 22 precisa ser celebrada ao longo de um período significativo, suficiente para que muitos eventos aconteçam”, afirmou o secretário de Cultura e Economia Criativa do Estado, Sérgio Sá Leitão. “Nós vamos ampliar cada vez mais a oferta de serviços e a programação da Agenda Tarsila. Ela estará disponível até dezembro de 2022 e depois ficará como um registro da celebração do centenário”, disse.

O projeto disponibilizará ainda conteúdo nas redes sociais (InstagramTwitterFacebook, TikTok e Youtube) com diversas novidades envolvendo o centenário. Toda a gestão e produção da Agenda Tarsila é realizada pela Organização Social Amigos da Arte.

“São Paulo sempre esteve na vanguarda deste movimento e agora, em seu centenário, não poderia ser diferente” afirmou Danielle Nigromonte, diretora-geral da Amigos da Arte. “A Agenda Tarsila tem como principal objetivo fomentar continuamente essa programação diversa e democrática, que dialoga diretamente com os ecos deste movimento tão disruptivo e que segue presente na arte e na cultura cem anos depois."

Ampla oferta Cultural

Comissão organizadora da Semana de Arte Moderna de 1922, tendo o escritor Oswald de Andrade à frente. Foto: Reprodução.Comissão organizadora da Semana de Arte Moderna de 1922, tendo o escritor Oswald de Andrade à frente. Foto: Reprodução.

O projeto Modernismo Hoje é composto por quatro eixos integrados: Programação das instituições culturais do Governo; a Agenda Tarsila, um calendário integrado de atividades do poder público e da sociedade civil; Fomento, o apoio financeiro a projetos da sociedade civil e de prefeituras; e Articulação com o setor de turismo e o poder público de outras instâncias. 

A ação tem como objetivo gerar uma oferta cultural de grande relevância e alta qualidade; valorizar a Semana de 22 e seu impacto na produção cultural brasileira; estimular a reflexão sobre o modernismo e o legado dos modernistas e destacar o papel de São Paulo e dos artistas paulistas no modernismo. O projeto já realizou mais de 40 atividades culturais como exposições, apresentações musicais, seminários, palestras, leituras dramáticas, cursos, oficinas, residências artísticas e outras atividades.

Dentro da linha de fomento, um investimento de R$ 1,5 milhão será destinado ao ProAC Expresso Edital, do Governo do Estado de São Paulo, com o objetivo de promover a realização de projetos da sociedade civil relacionados ao Centenário da Semana de Arte Moderna de 1922 no Estado de São Paulo. Foram 494 projetos inscritos no Edital 35/2021, que estão em processo de seleção.

Confira mais detalhes da Agenda Tarsila no site oficial: www.https://agendatarsila.com.br/.    

Série Outras Vanguardas

A exposição “John Graz: idílico tropical e moderno” acontece na Estação Pinacoteca. Imagem: PINA / Divulgação.A exposição “John Graz: idílico tropical e moderno” acontece na Estação Pinacoteca. Imagem: PINA / Divulgação.Série audiovisual “Outras Vanguardas”, sobre os movimentos vanguardistas de São Paulo que surgiram desde a Semana de 22. Todas as sextas-feiras um episódio inédito, às 21h30 - Plataforma e aplicativo #CulturaEmCasa (22 de julho a 01 de outubro de 2021)

Estação Pinacoteca

Exposição “John Graz: idílico tropical e moderno” na Estação Pinacoteca, com mais de 150 itens para revisitar a trajetória de um dos mais importantes nomes do modernismo no Brasil (31 de julho de 2021 a 31 de janeiro de 2022).

Sala São Paulo/ Osesp

  • Série "Modernismo na Música Brasileira" com execução da Osesp, na Sala São Paulo: Concerto para violão de Francisco Mignone com regência de Neil Thomson e como solista Fábio Zanon (09, 10 e 11 de setembro / transmissão ao vivo dia 10).
  • Concerto para violoncelo n. 2 de Heitor Villa-Lobos, com regência de Isaac Karabtchevsky e como solista Antonio Meneses (23, 24 e 25 de setembro / transmissão ao vivo dia 24).
  • Live com Fábio Zanon sobre Francisco Mignone e Modernismo na Música Brasileira (7 de setembro).
  • Live com Isaac Karabtchevsky e Antonio Meneses, sobre a obra para violoncelo e orquestra de Villa-Lobos (22 de setembro).
    Mediação lives: Arthur Nestrovski.
  • Concerto “Floresta Villa-Lobos” na Sala São Paulo com execução da Osesp regida por Marin Alsop apresentando obras de Villa-Lobos, Tom Jobim, Philip Glass e outros compositores paulistas (18, 19 e 20 de novembro / transmissão ao vivo dia 19).

Pinacoteca de São Paulo

Exposição “A Máquina do Mundo” na Pinacoteca de São Paulo, com obras de artistas modernistas e contemporâneos e curadoria de José Augusto Ribeiro (6 de novembro de 2021 a 21 de fevereiro de 2022)

Memorial da América Latina

Espetáculo “Brasil 1922 a 2022”, com projeção de imagens e repertório musical tocado ao vivo pela São Paulo Big Band no Memorial da América Latina e em seis cidades do interior de São Paulo (Estreia no Memorial 5 e 6 de novembro).

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Com informações da Agenda Tarsila.

 

A exposição “Sem Saída”, de Andy Singer, ocupa a Estação Tatuapé. Foto: Matheus Sandes.A exposição “Sem Saída”, de Andy Singer, ocupa a Estação Tatuapé. Foto: Matheus Sandes.

Entre os dias 2 e 22 de setembro ocorre a 11ª Virada Sustentável na capital paulista. Neste ano,  #MinhaMensagem é o tema norteador do maior festival de sustentabilidade do país, que traz mensagens importantes sobre este momento de construção coletiva para o futuro pós-pandemia. O tema permeia toda a programação do evento, que é gratuita e repete o modelo híbrido experienciado na edição de 2020.

As 100 frases da campanha foram elaboradas por 100 organizações de diversos setores da sociedade civil. As mensagens se conectam com os shows, apresentações artísticas e intervenções urbanas, e também estarão estampadas em mobiliário urbano, escadas de estações do Metrô, empenas de prédios e escolas distribuídos por várias regiões de São Paulo. “Nessa Virada, a cidade é nosso mural. Nosso objetivo é alcançar toda a população com mensagens positivas e de reflexão para que possamos sair da pandemia com um pensamento voltado à sustentabilidade”, conta André Palhano, um dos fundadores da Virada Sustentável. 

O economista Jeffrey Sachs traz mensagens para o futuro pós-pandemia no Fórum Virada Sustentável. Foto: Getty Images.O economista Jeffrey Sachs traz mensagens para o futuro pós-pandemia no Fórum Virada Sustentável. Foto: Getty Images.

Durante todo o festival, mais de 400 pontos da cidade estarão com as frases da campanha #MinhaMensagem, reforçando os conceitos de sustentabilidade em sua amplitude. Os cidadãos paulistanos serão impactados com esta ação, que estará presente nos pontos de ônibus, em grandes aplicações nas escadas de 18 estações do Metrô, além de projeções mapeadas em grandes empenas de prédios localizados em pontos centrais da cidade. Para Mariana Amaral, a campanha #MinhaMensagem é de utilidade pública: “estamos dando voz para várias organizações da sociedade civil, que nos trazem recados extremamente importantes sobre como podemos pensar o futuro pós-pandemia”.

Além das intervenções nas escadas, de 2 a 22 de setembro, dez estações do Metrô (Vila Prudente, Jabaquara, Sé, Tucuruvi, Paraíso, Barra Funda, República, Tatuapé, Clínicas e São Mateus) serão pontos de coleta de eletroeletrônicos e pilhas. A população poderá descartar  produtos de pequeno e médio porte, como: computadores, celulares, cabos, carregadores, pilhas alcalinas, secadores de cabelo, console de videogame, que ganharão destino adequado no ciclo da reciclagem.

Gal Costa e Lenine estão na programação do Festival. Foto: Julia Rodrigues.Gal Costa e Lenine estão na programação do Festival. Foto: Julia Rodrigues.

Ainda no Metrô, a Virada Sustentável leva a exposição “Sem Saída”, do cartunista estadunidense Andy Singer, para a estação Tatuapé, uma das estações de maior fluxo da cidade de São Paulo. Em seus cartoons, Singer traz uma reflexão sobre a mobilidade urbana. A exposição poderá ser vista durante todo o período da Virada Sustentável. Nas estações Paraíso, Luz, Sacomã e Brás, a exposição Embalagem Parade mostra como caixinhas tipo “longa vida” usadas podem ganhar utilidade depois de passarem por coleta seletiva.

O festival traz shows de Gal Costa e Lenine integrando sua programação musical, que acontecerá em formato de live e com público presencial limitado no Teatro Sérgio Cardoso. Para o público infantil, estão programadas lives dos shows Zozó Zureta, apresentado por  Zeca Baleiro e Banda; e Grupo Triii, que convida Palhaça Rubra. Os shows também apresentam intervenções da campanha #MinhaMensagem.

A Virada Sustentável ocupa o Centro Cultural São Paulo (CCSP) com uma intensa programação. Com mais de 50 atividades, o festival leva mostras de teatro infantil, circo, dança, performances, música instrumental, contações de história, exposições e iniciativas de promoção de bem-estar aos vários espaços do CCSP.  A capacidade de público está condicionada às normas sanitárias vigentes no dia.

“Um Canto Para Carolina”, espetáculo inspirado em “Quarto de Despejo”, de Carolina Maria de Jesus, acontece no CCSP no dia 05, às 20h.  Foto:: André Hoff. “Um Canto Para Carolina”, espetáculo inspirado em “Quarto de Despejo”, de Carolina Maria de Jesus, acontece no CCSP no dia 05, às 20h. Foto:: André Hoff.

Dentre os destaques estão o premiado espetáculo Água Doce, interpretado pela Cia da Tribo; “Um Canto Para Carolina”, espetáculo da  Cia. dos Inventivos, inspirado em “Quarto de Despejo”, livro escrito por Carolina Maria de Jesus. O escritor Daniel Munduruku participa da Mostra de Contação de Histórias apresentando o mundo indígena por meio de música, danças e histórias. Já a Mostra de Música Instrumental promove o Pic Nic Jazz ao Pôr do Sol no Jardim Suspenso do centro cultural. O grupo Zumb.boys traz o hip hop para a Mostra de Dança no espetáculo Dança por Correio.  Já a temática da diversidade está presente nos espetáculos Performance Poética TRANScrevendo Arte e Vozes da TRANSformação, que integram a Mostra de Performances.

Os Centros Educacionais Unificados (CEUs) participam da Virada Sustentável em ação realizada em parceria com Instagrafite, em que 7 grandes empenas serão grafitadas por 7 duplas de artistas, formadas por um artista do território da unidade e um artista convidado. Totalizando 4.882 m² de área grafitada, estas obras são interligadas aos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável elencados pela ONU. Alguns artistas e coletivos que estão envolvidos nesta intervenção são Linoca Souza, que será Artista Host no CEU Campo Limpo, tratando sobre diversidade, e convida AVAF, da capital paulista, para pintar a empena. Outro destaque é a intervenção feita pela Karina Kot no CEU Vila Rubi, abordando as mudanças climáticas, em parceria com o seu artista convidado, Denilson Baniwa  

A  Andarilha, espetáculo do Coletivo Rainhas do Radiador tem ingredientes de teatro, circo e humor. Foto: Ricardo Avellar.A Andarilha, espetáculo do Coletivo Rainhas do Radiador tem ingredientes de teatro, circo e humor. Foto: Ricardo Avellar.

A Virada Sustentável também fará uma doação da escultura “Broto”, do artista Jaime Prades, ao Parque do Povo. Com 7 metros de altura, a escultura de aço simboliza o ciclo da vida, como uma semente que eclode organicamente, contrastando com a paisagem urbana de São Paulo.

Para fechar a última semana do festival, pontos icônicos da cidade serão palcos de ações da campanha #MinhaMensagem, dentre eles está o Minhocão. No dia 18/09, a Ponte Estaiada recebe o balé aéreo da CIA BASE, e no dia 21/09, declarado o Dia Internacional da Paz pela ONU, ocorre o Amanhã da Paz, meditação global simultânea com a presença de mais de 300 lideranças da cultura de paz. 

Durante toda a Virada Sustentável, o Metrô, Espaço aFlora, Rotary SP, Bibliotecas públicas de São Paulo e Sesc São Paulo aderem ao festival com programação especial, destacada abaixo e disponível em: www.viradasustentavel.org.br 

Serviço

A programação completa pode ser acompanhada nos seguintes canais: 

Site: www.viradasustentavel.org.br
Instagram: @viradasustentavel
Facebook: facebook.com/viradasustentavel
Youtube: https://www.youtube.com/ViradaSustentavel

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Com informações da Agência Lema.

No centro da foto, o Edifício Planalto, construído em 1956 e que tornou-se ícone paulistano. Foto: Divulgação.No centro da foto, o Edifício Planalto, construído em 1956 e que tornou-se ícone paulistano. Foto: Divulgação.

Se você mora em São Paulo ou já visitou a cidade deve ter ouvido falar sobre os prédios icônicos que “moram” por aqui, desenhados por arquitetos renomados, que deixaram suas marcas, ou melhor, seus traços arquitetônicos desenhados pela capital. Edifício Bretagne, Cinderela, Louvre, Piauí, Planalto, Viadutos são algumas das construções que devem estar no roteiro turístico de moradores, turistas, estudantes e amantes de arquitetura e urbanismo não só pelas suas magnitudes arquitetônicas, traçados históricos, mas também pela saudação ao arquiteto que as projetaram: João Artacho Jurado.

Croqui do Edifício Bretagne construído na Avenida Higienópolis e inaugurado em 1958. Foto: Divulgação.Croqui do Edifício Bretagne construído na Avenida Higienópolis e inaugurado em 1958. Foto: Divulgação.

Na data em que se comemora 114 anos de seu nascimento, em 4 de setembro, a Galeria da Cidade – área expositiva da Escola da Cidade, que inaugurou em 2018 uma galeria dedicada a exposições de arquitetura – abre as portas da exposição Artacho Jurado no Desenho da Cidade, sobre o autodidata que projetou e construiu marcos da São Paulo moderna. Avesso aos códigos rígidos do modernismo corrente na época, Jurado desenvolveu um estilo próprio, com detalhes requintados e muitas cores, além de criar espaços generosos. Graças à sua linguagem extrovertida, foi comparado, pelo crítico Décio Pignatari, ao arquiteto catalão Antoni Gaudí.

Artacho começou a trabalhar na década de 1930 e sua produção se intensificou nas décadas de 40 e 50. Foto: Clarissa Mohany.Artacho começou a trabalhar na década de 1930 e sua produção se intensificou nas décadas de 40 e 50. Foto: Clarissa Mohany.

Nos desenhos originais, investigativos e de processos de criação de Jurado, é possível observar sua preocupação com o modo de trabalhar texturas, tratar superfícies, usar paletas de cores e fazer composições espaciais. Os desenhos se assemelham mais a estudos de cenografia, distanciando-se das investigações arquitetônicas que concebem o espaço segundo estruturas, pilares e vigas.

A Sala Rosa da exposição traz um mapa afetivo da região central de São Paulo. Foto: Clarissa Mohany.A Sala Rosa da exposição traz um mapa afetivo da região central de São Paulo. Foto: Clarissa Mohany.

Enquanto ele projetava os edifícios com seus ornamentos – peças exclusivas de mobiliário, de luminárias etc. – os preceitos da arquitetura moderna da época iam na contramão desses seus principais diferenciais e ditavam que “menos é mais”. Por isso, foi atacado pelos intelectuais, mas aclamado pelos moradores, paulistanos e turistas.

A Sala Rosa da exposição traz um mapa afetivo da região central de São Paulo, com traçados que revelam uma memória identitária urbana, com pontos sensíveis à experiência efêmera do cotidiano da cidade.  A partir de um percurso traçado a pé, começando pelo edifício Planalto, na região da República, e terminando no Bretagne, em Higienópolis, foram recolhidas impressões, sentimentos, histórias e experiências pessoais para desenvolver um percurso gráfico.

Páteo interno do Edifício Parque das Hortênsias da Avenida Angélica. Foto: Hamilton Penna..Páteo interno do Edifício Parque das Hortênsias da Avenida Angélica. Foto: Hamilton Penna..

Assim, a proposta interativa da Sala, e da exposição como um todo, é um convite para se perder e se reencontrar na própria cidade e redescobrir a história da região por meio da vida e dos edifícios deste arquiteto que ajudou a colorir a cidade.

Leia também: 

Serviço

Artacho Jurado no Desenho da Cidade
De 4 de setembro a 31 de janeiro de 2022.
Entrada gratuita.
Horário de funcionamento: de segunda a domingo, das 10h às 12h e das 14h às 17h.
Local: Escola da Cidade – Faculdade de Arquitetura e Urbanismo.
Endereço: Rua General Jardim, 65, Centro – São Paulo.

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Fontes: CNN e Escola da Cidade.

Projeção 3D do projeto Objeto Horizonte, do Coletivo Foi à Feira.  Foto: Karina Bacci.Projeção 3D do projeto Objeto Horizonte, do Coletivo Foi à Feira. Foto: Karina Bacci.

Após abrir o ano comemorativo de sua décima edição no Parque Ibirapuera em 2020, a Mostra 3M de Arte promove, até dia 30 de outubro, a circulação de obras participantes de sua última edição em parques públicos de Campinas, Guarulhos e estações de metrô de São Paulo. A Mostra 3M sempre apresenta obras que incentivam reflexões sobre a relação do indivíduo com a coletividade na sociedade.

Com curadoria de Camila Bechelany, a 10ª Mostra 3M de Arte explora o tema "Lugar Comum: travessias e coletividades na cidade", cujo conceito explora a relação de cada pessoa como participante ativa e receptiva no meio urbano. "A proposta curatorial nos leva a refletir que por meio de nossas experiências particulares e coletivas somos agentes transformadores do espaço público", conta Bechelany.

As comemorações da décima edição contam com uma série de bate-papos online (disponíveis no canal da Mostra no Youtube), entre a curadora e artistas participantes do evento e convidados, além da circulação das obras do Coletivo Foi à Feira (SP e ES),  (SP) e Rafael RG (SP). Além deles, também participam desta edição: Camila Sposati (SP), Cinthia Marcelle (MG), Diran Castro (SP), a dupla Gabriel Scapinelli e Otávio Monteiro (SP), Luiza Crosman (RJ), Maré de Matos (MG) e Narciso Rosário (PI).

"O Brilho da Liberdade Diante dos Seus Olhos", de Rafael RG. Foto: Karina Bacci."O Brilho da Liberdade Diante dos Seus Olhos", de Rafael RG. Foto: Karina Bacci.

Após passar pelo Parque Ibirapuera, em São Paulo, e Parque Faria Lima, em Guarulhos, a partir do dia 27 de agosto, é a vez dos usuários do metrô serem impactados com a instalação "Objeto Horizonte", que vai ocupar o vão central da estação Sé do Metrô até o dia 27 de setembro. As mais de 300 mil pessoas que circulam por ali diariamente podem deixar gravadas suas mensagens de como seria a cidade do futuro de seus desejos.

A obra "Objeto Horizonte" é um projeto do Coletivo Foi à Feira - composto atualmente por Clarissa Ximenes, Gabriel Tye Luís Filipe Pôrto, Matheus Romanelli e Rayza Mucunã. Repensada para o contexto de pandemia, a instalação é baseada na arqueologia da memória. A obra é uma esfera, reflexiva por dentro e transparente por fora, dedicada a ser um espaço de autorreflexão e um convite para que o visitante-participante deixe registrados seus desejos para uma cidade do futuro. A experiência imersiva conta com um painel de LCD com as mensagens deixadas e ruídos com estética futurista. Os áudios registrados são enviados a um receptor que transforma, a partir de um sistema operacional, as vozes em inserções aleatórias de sons e o resultado é como escutar uma viagem no tempo.

“O QUE OUVE” de Lenora de Barros sendo montado no atelier da artista. Foto: @ledebe / Instagram.“O QUE OUVE” de Lenora de Barros sendo montado no atelier da artista. Foto: @ledebe / Instagram.

A instalação sonora "O QUE OUVE" da artista Lenora de Barros chega à estação Alto do Ipiranga no dia 1º de setembro. Para participar da Mostra 3M, Lenora produziu performances vocais usando como ponto de partida a frase: "O mundo se transforma em função do lugar onde fixamos nossa atenção. Esse processo é aditivo e energético", do músico John Cage. Em parceria com o compositor Cid Campos, durante seu período de isolamento, a artista usou diferentes sons e tons de voz na criação das mensagens-poemas acerca do tempo presente, que serão ressoadas por cinco caixas de som distribuídas na estação.

"A Mostra 3M de Arte é um dos projetos de artes visuais mais longevos no cenário nacional, e tem se consolidado como espaço para experimentação de artistas consagrados e lançamento de novos nomes no mercado artístico-cultural. A circulação da Mostra por parques e estações do metrô reforça ainda mais nossa proposta de formação de público da arte contemporânea", afirma Fernanda Del Guerra, diretora da Elo 3, idealizadora e realizadora do evento.

Em outubro, a 10ª Mostra 3M de Arte migra para o Parque Portugal, conhecido como Parque Taquaral, em Campinas. Além da instalação "Objeto Horizonte", o espaço recebe duas obras do artista Rafael RG: "O Brilho da Liberdade Diante dos Seus Olhos" e "Astral". A primeira - "O Brilho da Liberdade Diante dos Seus Olhos"- é inspirada na biografia da abolicionista e ativista norte-americana Harriet Tubman - mulher negra que lutou pelo fim da escravidão nos EUA e fazia sua rota de fuga baseada na observação da constelação da Estrela Norte. Em "Astral", o artista apresenta uma intervenção sonora, que conta com a participação de astrólogos que fazem leituras astrológicas enquanto o visitante pode observar a projeção original. Os astrólogos convidados por RG fazem também um paralelo com a história de Tubman e trabalham com astrologias de povos originários e culturas afrodiaspóricas.

 


Serviço

10ª Mostra 3M de Arte.
Tema: "Lugar Comum: travessias e coletividades na cidade".
Curadoria: Camila Bechelany.

Locais e Datas:
Estação Sé do Metrô: "Objeto Horizonte", do Coletivo Foi à Feira, de 27/08 a 27/09;
Estação Alto do Ipiranga: "O QUE OUVE", de Lenora de Barros, de 01/09 a 27/09;

Parque Portugal - Taquaral - (Campinas): "Objeto Horizonte", do Coletivo Foi à Feira, e as obras "O Brilho da Liberdade Diante dos Seus Olhos" e "Astral" de Rafael RG, de 01/10 a 30/10.

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Com informações da Agência Lema.

 A exposição percorre a sua carreira, entre as décadas de 1940 e 1990, e assinala os contextos e influências nos quais ela se desenvolveu na gravura, fotografia, pintura concretista e pop, mobiliário e arte gráfica. Foto: ICI / Divulgação. A exposição percorre a sua carreira, entre as décadas de 1940 e 1990, e assinala os contextos e influências nos quais ela se desenvolveu na gravura, fotografia, pintura concretista e pop, mobiliário e arte gráfica. Foto: ICI / Divulgação.

De 11 de agosto (quarta-feira) a 7 de novembro, o Itaú Cultural expõe mais de 400 itens da obra e vida do artista que dá nome à exposição Geraldo de Barros – imaginário, construção e memória. É a primeira vez que uma mostra apresenta o conjunto de sua obra, sem recortes específicos. Do fabuloso à abstração formal, passando por métodos e princípios construtivos entre analogias e cruzamentos de fases e técnicas, ela acompanha a criação e produção do artista em cinco décadas de trabalho. Uma linha temporal desvenda o processo criativo e coerente de uma vida de trabalho, cruzando as obras e materiais do ateliê com o arquivo pessoal do artista, entre fotos de família, cartas, citações e objetos.

A curadoria compartilhada de Lorenzo Mammi e Michel Favre é complementar, mas separa-se nos diferentes andares do espaço expositivo do Itaú Cultural. Para eles, no conjunto, Geraldo de Barros – imaginário, construção e memória, permite ao visitante fazer uma leitura imersiva sobre a vida e obra deste artista, possibilitando compreender a coerência entre todas as fases em que atuou:  gravura, fotografia, pintura concretista e pop, mobiliário, arte gráfica.  

Rico material de arquivo permeia a mostra e oferece ampla visão da atuação do artista. Foto: ICI / Divulgação.Rico material de arquivo permeia a mostra e oferece ampla visão da atuação do artista. Foto: ICI / Divulgação.Os mais de 400 itens apresentados nesta mostra, a tornam a mais extensa sobre ele já exibida. Eles vão de obras em suportes variados e móveis a dezenas de documentos e material inédito de seu arquivo pessoal. Traz, ainda, quadros pouco vistos como Arizona – arte pop de mais de quase três metros por um e meio, feito em esmalte sobre offset a cores e papel colado sobre aglomerado, de 1975 – e Minister II, em esmalte e colagem sobre aglomerado, produzida no mesmo ano. Eles estão entre os trabalhos que o artista costumava oferecer de presente, bastando o interlocutor dizer que gostou, e dos quais se perdeu o rastro de muitos.

“Esta é uma exposição em que tentamos juntar a coerência das várias fases de Geraldo e mostrar como tem vida própria”, conta Mammi. “Vai das primeiras gravuras inspiradas em Paul Klee, as fotografias, as obras concretas e pop até as Sobras. Fios condutores vão mostrando que ele é mais complexo do que apenas um artista concreto ou um fotógrafo. Ele é completo, tem uma visão ampla e original”, conclui.

Geraldo de Barros transitou com naturalidade e originalidade entre fotos, quadros, cartazes, mesas e cadeiras e criou uma obra diversa e coerente. Imagem: Acervo Pessoal.Geraldo de Barros transitou com naturalidade e originalidade entre fotos, quadros, cartazes, mesas e cadeiras e criou uma obra diversa e coerente. Imagem: Acervo Pessoal.

Os mais de 400 itens apresentados nesta mostra, a tornam a mais extensa sobre ele já exibida. Imagem: ICI / Divulgação.Os mais de 400 itens apresentados nesta mostra, a tornam a mais extensa sobre ele já exibida. Imagem: ICI / Divulgação.

“A obra de Geraldo de Barros tem um vocabulário em que percebemos que com poucas letras, ele consegue contar muitas histórias”, observa Favre, que além de curador da mostra, cuida do rico arquivo do sogro, conservado em Genebra, na Suíça, ao lado da artista Fabiana de Barros, filha de Geraldo e sua mulher.

Nascido em Chavantes, no interior de São Paulo em 1923, muito jovem Geraldo de Barros mudou-se com a família para a capital, onde morreria em 1998. Começou a trabalhar aos 14 anos para sustentar os seus estudos e rapidamente seu faro se apurou para a pintura. A partir de 1945, passou a estudar desenho com Clóvis Graciano (1907-1988), Colette Pujol (1913-1999) e  Yoshiya Takaoka (1909-1978). Nunca mais parou. Geraldo tornou-se fotógrafo, pintor, gravador, artista gráfico, designer de móveis e desenhista. Criou coletivos, como o Grupo Rex e Ruptura. Expoente da fotografia experimental, integrou o Foto Clube Bandeirantes (FCCB), principal núcleo da fotografia moderna brasileira. A sua trajetória perpassa várias formas de expressão visual e reivindica o papel social da arte.

Os itens expostos vão de obras em suportes variados e móveis a dezenas de documentos e material inédito de seu arquivo pessoal. Imagem: ICI / Divulgação.Os itens expostos vão de obras em suportes variados e móveis a dezenas de documentos e material inédito de seu arquivo pessoal. Imagem: ICI / Divulgação.Ainda, pode se ver imagens do artista, pertencentes ao acervo do Itaú Cultural e presentes na mostra on-line do Google Arts & Culture Fotografia Modernista Brasileira, realizada com um recorte desta coleção da instituição.

‍Serviço

Geraldo de Barros – Imaginário, construção e memória

De 11 de agosto a 7 de novembro
Itaú Cultural - Avenida Paulista, 149, Estação Brigadeiro do Metrô.
Funcionamento: terças-feiras a domingo, das 12h às 18h, mediante agendamento via Sympla pelo link sympla.com.br/agendamentoic 
Abertura de agenda: todas as segundas-feiras, a partir das 9h, seguindo por toda a semana, com o agendamento sujeito à lotação dos grupos.
Caso o visitante queira ver uma segunda mostra no mesmo dia, deve verificar a possibilidade de novo agendamento.
Permanência do público: 50 minutos em cada exposição.
Ingressos: gratuitos
Informações: pelo telefone 11. 2168.1777. 

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Com informações do Itaú Cultural.

O Palacete Stahl teve a fachada restaurada, revelando a textura original, que remete ao limestone francês. Foto: Artium / Divulgação.O Palacete Stahl teve a fachada restaurada, revelando a textura original, que remete ao limestone francês. Foto: Artium / Divulgação.

Quem costuma circular pela Rua Piauí, no bairro de Higienópolis, em São Paulo, observa com curiosidade um enorme casarão, uma das poucas construções centenárias, fruto da época do café, ainda existentes na cidade. Construído em um nível elevado em relação à rua, o edifício chama atenção pela imponência. A curiosidade será finalmente saciada a partir do dia 10 de agosto, quando o público poderá transpor os enormes portões de ferro para acompanhar gratuitamente a exposição Semana de 21, que vai ocupar as dependências do casarão, agora administrado pelo Instituto Artium de Cultura.

Foto: Divulgação.Foto: Divulgação.

“A exposição vai celebrar a diversidade de linguagens e mídias e, mais importante, as obras, todas contemporâneas, não pretendem dialogar com a arquitetura do espaço, observa o artista plástico e fotógrafo Alberto Simon, curador da mostra. Ele convidou 17 artistas, como Leda Catunda, Thomaz Rosa e Marcelo Cipis, que cederão um total de 25 obras - algumas estão sendo especialmente produzidas para a exposição. “A intenção é tornar evidente o contraste que signifique os 100 anos que separam a construção do casarão até sua reabertura como Instituto Artium, às vésperas do centenário da Semana de Arte Moderna de 1922.

Com funcionamento previsto para o período entre terça-feira e domingo, o espaço vai receber o público por meio de reserva gratuita de ingresso. “O espaço tem capacidade para funcionar 8 horas por dia e receber até 800 pessoas, mas, por conta dos protocolos sanitários, a permanência será de no máximo 60 visitantes ao mesmo tempo, que poderão ficar durante uma hora”, comenta o presidente do instituto, o empresário Carlos Cavalcanti.

Segundo ele, o Artium (palavra latina, que significa mundo das artes) pretende apresentar uma programação diversificada em várias linguagens. Em seu plano, estão projetos nas áreas de preservação de patrimônios imaterial e material, além de artes visuais e cênicas.

O Palacete Stahl, onde está localizado o Instituto Artium de Cultura, guarda muitas histórias ao longo dos seus cem anos de existência. Imagem: Divulgação.O Palacete Stahl, onde está localizado o Instituto Artium de Cultura, guarda muitas histórias ao longo dos seus cem anos de existência. Imagem: Divulgação.

“Vamos privilegiar história e memória, sempre com conteúdo para professores”, afirma Edna Onodera que, ao lado de Victor Delboni, é responsável pelo projeto educativo. Segundo ela, a exposição terá sempre dois monitores para acompanhar os visitantes, especialmente os alunos de escolas que serão previamente convidados. “Devemos começar com estudantes de artes das faculdades da região, que poderão vir a pé”, comenta Delboni. “Teremos também vídeo sobre a Semana de 21 assim como outro mostrando detalhes do casarão.”

O edifício, aliás, vale uma visita contemplativa. Conhecido como Palacete Stahl, foi construído entre os anos 1920 e 21, para servir como residência do primeiro cônsul-geral da Coroa Sueca, em São Paulo, o comendador Gustav Stahl. Sua arquitetura, como era comum na época, era eclética, com o edifício construído no estilo Luis XVI modernizado, com detalhes decorativos como lustres de cristal, lambris de madeira, revestimento de seda adamascada em algumas paredes e afrescos de teto.

O interior da construção também foi restauradado, a fim de valorizar as características ornamentais e decorativas internas. Foto: Artium / Divulgação.O interior da construção também foi restauradado, a fim de valorizar as características ornamentais e decorativas internas. Foto: Artium / Divulgação.

“No teto de uma sala, há a pintura de uma planta, que descobrimos ser uma flor identificada pelo botânico Lineu, no século 18”, observa Cavalcanti ao Estadão, na visita ao espaço. Em 1924, o prédio ganhou novo dono, o cafeicultor José de Souza Ferreira, e se tornou residência familiar. Em 1932 foi arrematado por outro fazendeiro, o também banqueiro Francisco José Pereira Leite.

O palacete assumiu nova função em 1940, quando foi adquirido pelo império do Japão para servir como território consular. Com o ataque japonês à base americana em Pearl Harbor em 1941, o que obrigou a entrada dos EUA na guerra, o corpo diplomático deixou o Brasil em 1942. Só em 1951 o edifício passou a abrigar o escritório de representação japonês e, no ano seguinte, recuperou o status de consulado.

Em 1970, o então Cônsul-geral Nobuo Okuchi foi sequestrado no cruzamento das ruas Alagoas e Bahia, por um grupo contrário ao governo. Ele foi libertado cinco dias depois em troca de presos políticos.

Dez anos depois, em 1980, o governo do Japão deixou o palacete, que sofreu severa deterioração até ser tombado em 2005 e comprado pelo atual proprietário em 2007 que iniciou o restauro dois anos depois. Finalmente, em janeiro do ano passado, o Instituto Artium transferiu sua sede para o edifício, completando a restauração.

A exposição Semana de 21, que será aberta no dia 6 de agosto para convidados e dia 10 para o público, inicia com uma programação do Instituto Artium de Cultura, que inclui outras quatro mostras visuais e dois projetos teatrais, previstos para este ano e também para 2022.

As obras dos artistas da Semana de 21 vão ocupar três salas internas e também um espaço externo. “Todos os trabalhos dos 17 artistas estarão expostos em apoiadores móveis, quando necessário – nenhum deles vai encostar nas paredes”, comenta o artista plástico e fotógrafo Alberto Simon, curador da exposição, que vai se estender até 10 de outubro.

Em novembro, será a vez das criações do suíço Felice Varini, que utiliza espaços arquitetônicos para criar ilusões de ótica com suas pinturas anamórficas, ou seja, algo que, quando é visto sob outro ponto de vista, ganha maior complexidade. Sua técnica consiste em utilizar grandes espaços em que traços de pintura são deixados em paredes, portas e até teto. Vistos de perto, esses traços nada significam e parecem aleatórios, mas, se observar de um determinado ponto, o visitante será surpreendido com a visão dos traços se transformando em figuras geométricas.

Obra de Thomas Rosa, que faz parte da mostra Semana de 21. Foto: Artium / Divulgação.Obra de Thomas Rosa, que faz parte da mostra Semana de 21. Foto: Artium / Divulgação.

Em março de 2022, o Instituto Artium vai realizar uma exposição com fotografias que João Caldas e Jairo Goldflus fizeram de espetáculos teatrais. Com curadoria do encenador Rafael Gomes, são imagens produzidas em estúdio (por Goldflus) e em cena (Caldas). Outras exposições previstas são do artista plástico francês Vincent Beaurin e da americana Sheila Hicks, ambas com curadoria do francês Franck Marlot.

Já os projetos teatrais são inspirados em duas grandes produções previstas para estrear no início de 2022: Charlie e a Fantástica Fábrica de Chocolate – O Musical e o drama Um Estranho no Ninho, que terá a direção do mesmo Rafael Gomes, cujo texto inspirou o filme clássico estrelado por Jack Nicholson.

Obra de Marcelo Cipis para a mostra Semana de 21. Foto: Artium / Divulgação.Obra de Marcelo Cipis para a mostra Semana de 21. Foto: Artium / Divulgação.

Todos os eventos serão acompanhados por projetos educacionais. Já no dia 26 de agosto, ocorrem encontros com professores sobre arte contemporânea, ao mesmo tempo que estará em cartaz a exposição Semana de 21. Em setembro, nos dias 14 e 16, será a vez do evento Pensar Palavras para o Presente, sobre termos e conceitos que hoje são amplamente discutidos na língua portuguesa.

Finalmente, ainda em setembro, dia 30, o programa educativo prevê uma Conversa Sobre Arte Contemporânea, que busca aperfeiçoar principalmente os educadores. Informações pelas redes sociais do Instituto Artium de Cultura.

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Com informações do Jornal O Estado de S.Paulo e Instituto Artium de Cultura. Edição: São Paulo São.