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São Paulo São Exemplos


Internacionalmente conhecida pela força de sua economia colaborativa e pelo espírito empreendedor de sua população, Berlim tornou-se nicho de um modelo de habitação coletiva que vêm movimentando seu mercado imobiliário há pelo menos dez anos. Os Baugruppen – em português, ‘grupos de construir’ – são pequenas cooperativas habitacionais que já correspondem a um terço das novas construções da cidade, ou cerca de 140 edifícios construídos e 1.300 unidades habitacionais.


A Prefeitura de Paris vai multar em 68 euros - cerca de 76 dólares os fumantes que jogarem as suas pontas de cigarro na rua, em seu mais recente esforço para limpar a capital francesa.

O município apelou às empresas para ajudarem na implementação da nova Norma - "para expandir a luta contra esta demonstração diária de ignorância" - e instalou 30.000 novas lixeiras com cinzeiros incluídos.
 
A cada ano, 4.900 funcionários da cidade de Paris recolhem 350 toneladas de pontas de cigarro nos 2.500 km de calçadas e 1.600 km de ruas, disseram as autoridades locais, em comunicado. Além disso, informaram que a multa entrará em vigor neste 1.o de Outubro.

"Além da poluição visual, essas bitucas são um importante contaminante ambiental, pois contêm produtos químicos tóxicos que atravessam o solo e da água", diz o comunicado.

O problema se agravou depois da proibição de fumar em lugares públicos, implementada em 2006, o que forçou os consumidores a sair dos bares e cafés para fumar. Embora seja proibido fumar em edifícios públicos, restaurantes e bares, quase 30% dos franceses são fumantes regulares.

As medidas
 

A limpeza das ruas foi um dos principais temas da campanha nas eleições municipais do ano passado.

Paris, uma das cidades mais visitadas do mundo, vem sofrendo críticas nessa área por parte de turistas e também de seus próprios moradores.

Uma pesquisa feita pelo site de viagens Trip Advisor classificou Paris no 24° lugar em relação à limpeza entre 40 cidades. A mais bem colocada foi Tóquio e a última colocada foi Mumbai, na Índia.

No ano passado, a imprensa internacional destacou fotos do jardim do Louvre infestado de ratos, atraídos pelos restos de comida deixados por visitantes que costumam fazer piquenique no local durante o verão.

A multa instituída a partir desta quinta-feira em Paris será aplicada contra qualquer ato de incivilidade, inclusive contra quem urinar na rua, mas tem como alvo principal os fumantes que jogam bitucas de cigarro pelas calçadas.

Nas últimas semanas, fotos de montanhas de bitucas de cigarro foram colocadas nos caminhões de lixo da cidade para alertar sobre o problema.

A Prefeitura informa ter instalado 30 mil novas lixeiras na rua nos últimos meses, dotadas de um espaço para apagar o cigarro, o que representa um cesto de lixo desse tipo a cada cem metros.

Basta passar no horário de fechamento em frente a um bar com mesas na rua ou onde as pessoas costumam beber e fumar em pé na calçada para ver a enorme quantidade de cigarros pelo chão.

'Sentado em um cinzeiro'
 

O paulistano Luiz Alberto Gabrilli Neto, em visita a Paris, disse à BBC Brasil ter se sentido incomodado ao ver tantas pontas de cigarro pelo chão nos terraços dos cafés parisienses.

"Dá a impressão de estar sentado em um cinzeiro", afirma. "Em São Paulo, é proibido fumar nos terraços dos bares e restaurantes porque são áreas cobertas por toldos, mas em Paris é permitido. O chão fica muito sujo", diz Gabrilli.

A prefeitura de Paris pediu aos donos de bares, hotéis e restaurantes da cidade que colocassem cinzeiros à disposição dos clientes nas calçadas.

"A cidade é limpada diariamente, mas a situação hoje não é satisfatória", afirma Mao Peninou, secretário municipal responsável pela limpeza de Paris.

"Fizemos primeiro campanhas de informação e, em uma segunda etapa, instalamos novas lixeiras e distribuímos cinzeiros de bolso, e também criamos urinóis em áreas muito frequentadas. Agora vamos multar de maneira maciça quem não respeitar as regras", diz Peninou.

Com informações da Agência Reuters e BBC Brasil.



Por um dia, o centro de Paris se tornou um oásis para pedestres. Uma iniciativa da prefeita Anne Hidalgo fechou muitos bairros da capital francesa para carros, das 11h às 18h (hora local), ontem, domingo (27/09).
 
A área central de Paris, do Arco do Triunfo até a Bastilha, ficou proibida para carros. Foto: AP.
 

As áreas sem tráfego também incluíram muitos pontos turísticos, como a Avenida Champs-Élysées, a Praça da República e da Bastilha e a área ao redor da Torre Eiffel e do Bosque de Boulogne, entre outros. Ônibus, ambulâncias, viaturas da polícia, carros de bombeiro, táxis e alguns veículos de entregas, no entanto, ainda foram permitidos.

Locais sempre bastante movimentados, como a praça da Bastilha, viraram paraíso para ciclistas. Foto: AFP.

A proibição afetou principalmente a parte central da cidade. O tráfego circulou em muitos outros bairros afastados. A polícia montou postos de controle para garantir a observância da proibição dentro da área estipulada.

Hidalgo afirmou querer provar que a cidade poderia continuar funcionando mesmo sem o tráfego de automóveis. O prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, e seus colegas de pasta de Bruxelas e Bristol estiveram presentes à abertura da iniciativa.
 
Metrópole congestionada

A capital francesa é regularmente afetada pela poluição e smog. No passado, o tráfego de automóveis já foi reduzido por proibições parciais. Após uma nuvem de fumaça pairar sobre a cidade durante uma semana, a cidade implementou rodízios em março passado.

O evento em prol da mobilidade sustentável acontece apenas dois meses antes de Paris sediar a Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas, que tentará alcançar um acordo vinculativo histórico para que todos os países do mundo tomem medidas para combater as causas e efeitos da mudança climática global.
 
Superlua em Paris (Foto: Charles Platiau/Reuters)Superlua em Paris (Foto: Charles Platiau/Reuters)
Com céu limpo, parisienses encerraram o dia sem carro sob a luz da superlua. Foto: Reuters.
 
 
Fonte: Deutsche Welle.



Nos últimos cinco anos, a Dinamarca reduziu em um quarto o desperdício de alimentos, segundo dados recentes do governo e do Conselho de Agricultura e Alimentação do país, que reúne representantes da cadeia da indústria alimentar. Isso representou uma economia de 4,4 bilhões de coroas dinamarquesas (cerca de R$ 2,7 bilhões). Hoje os 5,7 milhões de dinamarqueses descartam cerca de 700 mil toneladas de alimentos a cada ano, sendo 260 mil toneladas associadas às perdas domésticas.

A redução pode ser atribuída ao engajamento da sociedade, capitaneada por organizações de consumidores, sobretudo a Stop Spild af Mad  (Pare de Desperdiçar Alimentos). Ela vem promovendo uma intensa campanha nacional de conscientização que ajudou a mudar o comportamento da indústria de alimentos, dos restaurantes, dos supermercados e das famílias. Há poucos dias, a rede de rádios públicas americanas NPR contou, como Claus Holm, um célebre chef de cozinha local, ajuda a promover essa cultura, fazendo demonstrações públicas de como produzir iguarias com folhas murchas, pão amanhecido e carne de coloração meio suspeita.

Os restaurantes também se engajaram nesse esforço. Mais de 300 ganharam o selo Refood, que atesta que eles estimulam seus clientes a levarem para casa os restos da refeição. A Stop Food Waste fez uma parceria com a Unilever para doar a esses restaurantes embalagens para viagem.

Os supermercados, por sua vez, contrataram especialistas em redução de desperdícios que traçam estratégias para evitar que determinados produtos fiquem encalhados e promover a venda de alimentos com data de validade perto de expirar. Signe Frese, gerente de meio ambiente da Coop, uma das maiores redes de supermercados do país, declarou recentemente que todos os seus produtos são vendidos antes de expirarem.Também estão sendo abertos estabelecimentos dedicados à venda de alimentos rejeitados pelas lojas convencionais, como latas amassadas ou com rótulos borrados. É o caso do WeFood, supermercado tocado por voluntários que será inaugurado em Copenhague no final deste ano. A expectativa é que ele venda alimentos entre 50% e 70% mais barato que seus concorrentes tradicionais e o que for arrecadado será senviado para campanhas filantrópicas na África.

Fonte: Página 22 / FGV.


A programação da semana de prevenção a acidentes de trânsito foi lançada, na manhã da última sexta-feira (18), na prefeitura de Curitiba com o detalhamento do projeto da Área Calma, que prevê a redução dos limites de velocidade no Centro de Curitiba.

Nas principais vias do miolo central, o novo teto será 40 km/h. A mudança no limite começa a valer em novembro.

Nos próximos 40 dias, a prefeitura irá colocar as placas de sinalização. A partir de novembro, começa a fiscalização, que será feita por 12 radares instalados em semáforos e também por radares móveis. O projeto inclui a criação de vagas vivas, o plantio de árvores, a sinalização turística para pedestres e obras de acessibilidade.

Em agosto, a administração municipal usou o perfil no Facebook e campanhas publicitárias para avisar que haveria novidades no trânsito, com mensagens que trazem a “hashtag” #descubra e o desenho de um polígono. A forma geométrica compreende a área atingida pelo projeto.

Seus limites são as ruas André de Barros/ Nilo Cairo, Mariano Torres, Luiz Leão (por trás do Passeio Público), Inácio Lustosa e Visconde de Nacar. Essa região concentra a maior parte dos atropelamentos em Curitiba – tipo de acidente que causa mais mortes na cidade.

Dentro do perímetro central há vias com limites de velocidade que variam de 30 a 60 km/h. A redução de velocidade em perímetros urbanos no Brasil é uma tendência na gestão de trânsito, principalmente a partir dos novos limites implantados em vias marginais e regiões de São Paulo.

 

 

Fonte: Gazeta do Povo.
 
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