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São Paulo São Exemplos


O site Mother Nature Network (MNN), dedicado a temas relacionados ao meio ambiente e responsabilidade social, elegeu as 10 cidades mais “amigáveis” com as bicicletas, locais onde tanto habitantes quanto turistas podem se deslocar facilmente com esse meio de transporte.

A seleção foi feita levando em consideração diversos fatores como a qualidade da infraestrutura para bicicletas e o respeito dos motoristas em relação aos ciclistas.

Embora na lista estejam incluídas cidades que há vários anos já são consideradas modelos a serem seguidos, ela também apresenta outras que geralmente não se destacam pelo uso da bicicleta, mas que durante os últimos anos demonstraram avanços significativos para promover esse meio de transporte não motorizado

Conheça, a seguir, as dez cidades do ranking MNN, dentre as quais se destaca Curitiba, única cidade latino-americana a figurar na lista.

1. Portland, Estados Unidos

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O aumento do uso desse meio de transporte nos últimos anos foi tal que hoje 6% da população de Portland se desloca de bicicleta; assim, a cidade tem sido reconhecida em vários rankings como uma das melhores dos Estados Unidos para o ciclismo urbano.

Os incentivos que as autoridades têm dado a esse meio de transporte consideram uma área educativa que inclui, entre outras coisas, um Guia de Ciclismo em Família. Nesse manual, o Departamento de Transportes da cidade incentiva o uso da bicicleta para mulheres grávidas e aconselha aos pais que ensinem seus filhos a usarem a bicicleta.

Além disso, nas ruas da cidade foram implementadas melhorias de desenho, especialmente para os ciclistas. Uma delas é o Boulevard para Bicicletas, que consiste em pistas com limite de velocidade baixo para que os ciclistas se sintam mais seguros enquanto trafegam.

Outra melhoria foi o Corredor Springwater que, através de um traçado de 33 quilômetros, conecta os bairros industriais com os parques da cidade, como o Refúgio de Vida Silvestre Beggars-tick e o Parque Natural Tideman Johnson.

Nesses incentivos também estão inclusos estacionamentos públicos que se tornaram receptáculos para artes urbanas, chamados de Art Racks, que podem ser desenhados pelos próprios habitantes.
 
2. Minneapolis, Estados Unidos


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As facilidades que Minneapolis oferece aos seus ciclistas foram destacadas pelo Mother Nature Network pois foram concebidas em função das distintas condições climáticas da cidade, sobretudo os meses de inverno rigoroso.

Como durante a estação mais fria as ciclovias que não estão próximas as ruas são rapidamente cobertas pela neve, a cidade converteu as ruas - que antes eram exclusivas para os automóveis - em espaços para os ciclistas. Hoje Minneapolis já conta com 148 quilômetros de ciclovias e 136 quilômetros de ciclo-faixas nas ruas.

Durante os meses de verão os ciclistas podem visitar os lagos da cidade que são conectados aos bairros através de uma rede de ciclovias.


3. Copenhague, Dinamarca


1410444926_por_city_clock_magazine_flickr1410444926_por_city_clock_magazine_flickr© City Clock Magazine, via Flickr

Com 52% dos habitantes de Copenhague usando todos os dias a bicicleta para ir estudar ou trabalhar e considerando que recentemente foi inaugurada uma ponte projetada especialmente para os ciclistas – The Snake – fica claro o porquê de essa cidade ser um referencial global de ciclismo urbano.

Mas para as autoridades da capital dinamarquesa isso parece não ser o bastante. Entre os próximos planos para Copenhague está a construção de mais estacionamentos para bicicletas no centro e ciclovias que conectem essa região às áreas suburbanas.

4. Amsterdam, Holanda

1410445145_por_claudio_olivares_medina_flickr1410445145_por_claudio_olivares_medina_flickr© Claudio Olivares Medina, via Flickr

402 quilômetros de ciclovias fazem com que percorrer Amsterdam em bicicleta seja um passeio recomendado tanto para aqueles habituados com as duas rodas quanto para os que não costumam pedalar. Para esse último grupo, uma boa opção é conhecer a cidade em bicicleta junto a empresas de turismo dedicadas a isso, já que, durante o passeio, elas ensinando as normas de ciclismo urbano.

Além disso, levando em conta que estacionar um automóvel no centro da cidade durante o dia pode custar até 39 euros, ou seja, aproximadamente 120 reais, a opção mais conveniente para conhecer a cidade é pedalando.

5. Curitiba, Brasil

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Parque Barigui, Curitiba. © hp_cwb, via Flickr

A capital paranaense é a uma única cidade latino-americana reconhecida pelo Mother Nature Network como um lugar fácil e seguro para andar em bicicleta, já que conta com uma rede de ciclovias segregadas dos automóveis.

Em setembro de 2013, as autoridades de Curitiba anunciaram um Plano de Ciclovias com 12 medidas a serem implementadas até 2016. Entre as medidas se planeja unir oito parques urbanos através de um circuito de 47 quilômetros de ciclovias, construir estacionamentos para bicicletas nos terminais de ônibus e aprovar uma lei para destinar 5% das áreas residências e não residências para estacionamentos de bicicletas e motos.

6. Perth, Austrália

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Ciclovias segregadas e outras construídas paralelas às ruas e às linhas dos trens fazem com que nessa cidade seja possível ir a quase todo lugar de bicicleta.

Apesar das altas temperaturas do verão dificultarem os trajetos de bicicleta, Perth oferece a possibilidade de visitar lugares mais agradáveis - como os parques - já que estes estão conectados ao restante da cidade através de redes de ciclovias.

7. Kyoto, Japão

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Pensando em cidades agradáveis para se andar de bicicleta, o mais provável é que não tenhamos na lista uma cidade japonesa, onde o transito de veículos é um dos maiores problemas urbanos. Entretanto, essa realidade é uma oportunidade para que os ciclistas possam se deslocar de maneira mais rápida e os turistas possam visitar mais locais e monumentos de um dos destinos históricos do Japão - onde há 17 sítios reconhecidos como Patrimônios da Humanidade.

Como o centro de Kyoto é bastante plano e conta com um sistema de aluguel de bicicletas, chamadas Cycle Kyoto, os turistas usam esse sistema que oferece informação sobre as rotas da cidade e sugestões de locais a serem visitados.

8. Kaohsiung, Taiwan

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© Dicky, via Flickr

Quando a segunda cidade mais importante de Taiwan lançou o sistema de bicicletas públicas, o criou da maneira mais cômoda possível para os habitantes e turistas. Assim, as estações de C-Bike se foram instaladas nas proximidades das estações de ônibus e metrô. Com iniciativas como essa Kaohsiung se converteu em uma das melhores cidades do leste asiático para o ciclismo urbano.

9. Berlim, Alemanha

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Mais de 600 quilômetros de ciclovias e ruas amplas e planas são as características que fazem da capital alemã um dos melhores lugares se andar de bicicleta.

10. Montreal, Canadá

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Durante os anos 80 essa cidade canadense começou a construir ciclovias que atualmente fazem dela uma das melhores cidades para ciclistas da América do Norte. Para apresentar alguns números que respaldam essa realidade estão os 482 quilômetros de ciclovias e as 5.000 bicicletas públicas disponíveis para aluguel.

Fonte: Plataforma Urbana.
Tradução Camilla Ghisleni, ArchDaily Brasil.

 


Um estudo recente mostra que a cidade de Londres já atingiu a meta estabelecida para 2020 de reduzir em 40% o número de mortos e feridos graves em acidentes de trânsito.

Um dos principais fatores destacados pela prefeitura e ativistas é o foco na implementação do limite de 20 milhas por hora (32 km/h) em ruas e avenidas estratégicas da capital britânica.

São as chamadas "20 mph zones", que já representam 25% de todas as vias de Londres, ou 280 km de ruas com esse limite. O percentual mais do que dobrou desde que o atual prefeito, o conservador Boris Johnson, assumiu. No seu primeiro ano de governo, entre 2008 e 2009, 11% das ruas obedeciam esse patamar, segundo dados da prefeitura.

Oito novas faixas foram anunciadas em março deste ano, entre elas uma que liga o famoso Big Ben à também turística London Bridge, e em outros trechos movimentados, como nas regiões de Camden Town, Earls Court e King Cross. Parte delas tinha velocidade máxima de 32 mph, ou 51 km/h.

As chamadas vias expressas continuam com limites maiores, mas a prefeitura trabalha para que as demais sigam a tendência das "20 mph zones".

O bairro de Tower Hamlets quer que todas as suas ruas tenham esse patamar e conta com apoio popular: em consulta pública, 80% dos moradores aprovaram a redução de velocidade.

No fim de 2012, a prefeitura divulgou um plano cuja prioridade era a redução em 40% do grupo chamado de"KSI" ("killed and seriously injured", ou morto e gravemente ferido).

Para tanto, anunciou foco em medidas como as zonas de 20 mph, instalação de câmeras de vigilância, fiscalização de veículos, programa de educação no trânsito entre outras coisas. Como parâmetro, utilizou a média anual de 3.600 ocorrências entre 2005-2009.

Balanço divulgado pela prefeitura em junho deste ano aponta 2.100 registros em 2014, queda de 40% como queriam as autoridades para seis anos mais tarde.

Na análise do número de mortos, separando-o dos de feridos com gravidade, a proporção é a mesma: 127 em 2014 ante a média de 211.

Quando se leva em conta somente ocupantes de veículos como vítimas, a redução chega a 67%, ou, em números absolutos, de 949 para 316.

Agora, a prefeitura quer reduzir pela metade esses novos índices até 2020.

Duas entidades que militam na segurança do trânsito em Londres ouvidas pela Folha, "Brake" e "Living Streets", consideram as zonas de 20 mph como fundamentais para a mudança.

"A prova de que a redução do limite de velocidade reduz o número de mortes é irrefutável. Se você é atingido por um carro a 20 mph, tem 97% de sobreviver, mais do que se for a 35 mph [56 km/h], cuja probabilidade é de 50%", diz Sarah Williams, diretora da "Living Streets".

Ambas destacam que, se o passageiro está mais protegido, o mesmo, por enquanto, não se aplica a pedestres e ciclistas.

"Londres ainda está longe de uma história de sucesso total. Apesar da queda do 'KSI", os ferimentos leves crescem e isso é importante porque atinge as pessoas que caminham nas ruas e pedalam" destaca Ed Morrow, diretor da "Brake".

Os dados confirmam seu discurso: os "ferimentos leves" cresceram 15% em 2014 em relação a 2013, sendo que pedestres, motociclistas e ciclistas representam 80% das vítimas de colisão. "Eu não acho, diante disso, que as ruas estão mais seguras. Há muito a fazer ainda", ressalta a dirigente da "Living Streets".

Uma análise separada só de ciclistas feridos "leves" aponta um aumento de 73% de ocorrências desde 2009. A prefeitura justifica que o percentual segue a mesma proporção do aumento do uso de bicicletas, que teria dobrado em Londres de lá para cá como resultado da política de incentivo para o ciclismo na cidade.

Multas

Nas ruas com 20 mph, quem for flagrado acima desse limite perde três pontos na carteira de habilitação e leva multa de 100 libras (R$ 510). Quem atinge 12 pontos em três anos tem a licença para dirigir suspensa por pelo menos seis meses, podendo chegar a dois anos, dependendo da reincidência.

São Paulo

Em São Paulo, o número de mortes em acidentes de trânsito subiu em 2014 após dois anos em queda.
Segundo relatório da CET (Companhia de Engenharia de Tráfego), foram 1.249 vítimas no ano passado, contra 1.152 em 2013 –aumento de 8%.
O número de feridos em acidentes também cresceu – 4%, de 423 para 441 –, mas a CET considera nesse dado apenas os feridos envolvidos em acidentes em que houve ao menos uma vítima fatal.
O número geral de acidentes com vítimas em 2013, independentemente da gravidade, foi de 25.560, queda de 5% sobre o ano anterior. O dado de 2014 não foi divulgado pela gestão Fernando Haddad (PT).

Medidas preventivas adotadas em Londres

- Zonas de 20 milhas por hora: Londres implementou redução de velocidade para diminuir acidentes graves.
32 km/h: É a velocidade máxima permitida equivalente à 20 milhas por hora.
- 40% do número de mortos e feridos graves: era a meta para 2020, que Londres atingiu em junho de 2014, com 2.100 registros.
- 3.600 ocorrências: foi a média de casos de mortes e de pessoas gravemente feridas por ano, de 2005 a 2009.
- 280 km de rua com novo limite: equivale a 25% das vias da cidade, sendo que em 14% delas foi implementada a medida, após criação da meta de 2020.
- 8 novos locais de redução anunciados em março: um deles liga o Big Ben à London Bridge.
- 100% das ruas de Tower Hamlets: é a quantidade de vias que 80% dos moradores do bairro querem que se enquadrem em "zonas de 20mph".
- 15% de casos de ferimentos leves: foi o aumento de 2014 em relação a 2013.
- 80% das vítimas de colisão: são os pedestres, motociclistas e ciclistas.
- 50% do índice atual: a nova meta para 2020 pretende reduzir pela metade a quantidade de casos.

Outras para reduzir acidentes graves:

  • Instalação de câmeras de vigilância.
  • Fiscalização de veículos.
  • Programas de educação no trânsito.

Fonte: Prefeitura de Londres com Leandro Colon daquela cidade para a Folha de S.Paulo.


Já chegou na mídia internacional o video do ciclista brasileiro que, irritado com o Fiat Uno estacionado na ciclovia, levantou o carro com as próprias mãos e tirou o veículo do caminho.

O site RT.com chama o ciclista de ‘Hulk’. O vídeo, que foi divulgado ontem no YouTube e já contabiliza quase 1 milhão de visualizações, não especifica em qual cidade brasileira isso aconteceu.

Assista: https://youtu.be/luNGjffDjCs

A reação deste homem diante da falta de educação de um motorista que estacionou o carro em cima de uma ciclovia chama a atenção de milhares de internautas, desde a última segunda-feira. A cena, registrada em vídeo, mostra que, apenas com a força dos braços, o rapaz, que teve o passeio interrompido por um Fiat Uno no meio do caminho, tira o carro da pista destinada a ciclistas e, como quem não fez nada de mais, volta a pedalar tranquilamente.

O vídeo, gravado em alguma cidade brasileira, tem feito tanto sucesso quanto o ciclista, que foi prontamente aplaudido por pedestres que passavam pelo local no momento da intervenção. Em menos de um dia, as imagens foram vistas por mais de 700 mil pessoas no YouTube - e o número está subindo rápido. 

A repercussão também invadiu a rede social Reddit, onde internautas - a maioria de americanos - comentam o feito do brasileiro fortão. Muitos pararam para descobrir o peso do carro, para saber se o feito havia sido tão grande assim.

OK, o Uno não é dos carros mais pesados que existem por aí no mercado. Mesmo assim, é um peso e tanto. Na média, um carro desses - dos modelos mais antigos da série da Fiat - pesa cerca de 800 kg. Não é qualquer um que levanta esse peso todo, não é? E não é qualquer um, mesmo, que levanta um carro desses como quem levanta uma caixa de madeira, e depois sai pedalando.

Entre aplausos e curtidas, por parte do ciclista ficou a lição ao motorista mal educado, que, quando voltou, provavelmente encontrou o carro dele de um jeito diferente do que havia deixado. Talvez tenha sido melhor que ele não estivesse no veículo na hora em que o ciclista fortão passou...

Ps: O detalhe - e a menção honrosa - do vídeo vai para o rapaz de branco que chega para ajudar o fortão. Ele teve a sensibilidade de perceber, depois de esboçar abaixar para pegar o carro, que o ciclista herói não precisava de mãozinha nenhuma pra cumprir aquela tarefa.

Fontes: Bluebus e EXTRA


 

Projetistas da Universidade de Cardiff, no País de Gales, Grã-Bretanha, afirmam ter construído uma casa cuja emissão de gases causadores do efeito estufa é zero.

Segundo os pesquisadores, a casa até exporta mais energia para a rede do que consome. Mais importante, o gasto para construir uma casa do tipo é semelhante ao da construção de casas convencionais de programas habitacionais do governo britânico.

Foram necessárias apenas 16 semanas para construir a casa a um custo de mil libras por metro quadrado (quase R$ 5 mil).

Os criadores da casa afirmam que, no futuro, os donos do imóvel poderão até ganhar dinheiro vendendo o excesso de energia.

No inverno britânico a casa terá que importar energia, mas este gasto será compensado pelas exportações do excesso de energia durante os meses de verão.

Luz natural

A construção tem painéis fotovoltaicos de vidro na face sul do telhado, o que permite que o espaço logo abaixo seja iluminado por luz natural. Isto reduziu o custo da instalação de painéis de energia solar em um teto comum.

A casa usa energia solar e armazenamento de energia em baterias para o aquecimento, ventilação, fornecimento de água quente, energia elétrica para os eletrodomésticos e luzes de LED.

"Usando as tecnologias mais recentes, inovação e design, é possível sim construir uma casa com emissão zero de carbono a um custo baixo, criando benefícios no longo prazo para a economia e também para o meio ambiente", afirmou Phil Jones, o professor que liderou o projeto.

Apesar das boas notícias, a casa criada pela Universidade de Cardiff ainda precisa ser testada por moradores, pois nem sempre as construções têm um desempenho tão bom quando são colocadas à prova em uma situação real, abrigando uma família real.

O projeto pode significar uma reviravolta na política de habitação britânica.

O ministro das Finanças inglês, George Osborne, chegou a dizer que uma casa com tanta eficiência energética era impossível e até acabou com uma exigência de que todas as novas casas construídas na Grã-Bretanha a partir 2016 teriam que ter emissão zero de carbono. Para Osborne, casas com este nível de eficiência sairiam caras demais.

Críticos afirmam que, a partir de projetos como este, grandes construtoras que trabalham no mercado britânico serão obrigadas a aprender novas técnicas e usar novos materiais.

"Precisamos acabar com a abordagem sem visão que se importa apenas com os custos de construção. Os proprietários das casas querem saber quando custa viver na casa, não construir", disse Jenny Holland, da Associação para Conservação de Energia.

"As pessoas pagam um pouco mais por uma geladeira ou freezer eficientes. Se gastar um pouco mais resulta em uma casa melhor que tem contas de energia perto de zero, os ocupantes ficarão satisfeitos e todos nós vamos colher as recompensas ambientais", acrescentou.

Fonte: BBC Brasil.

Ps: uma ótima ideia também para as construções em nosso país tão ensolarado.


Uma organização de jovens conhecida pela utilização de grafite como um meio de expressão fez uma parceria com o governo do México para reabilitar Palmitas, uma cidade no distrito de Pachuca.

Com o apelido de "Equipe Micróbio", o grupo pintou 209 casas, ou vinte mil metros quadrados de fachada que foi transformada em um grande mural de arco-íris.

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De acordo com Streetartnews, o impacto foi extremamente positivo: 452 famílias, ou 1.808 pessoas, foram envolvidas pelo projeto, o que resultou na erradicação da violência entre os jovens da região.

O grupo, cujo nome significa literalmente "tripulação micróbio", fez como prioridade, o envolvimento da comunidade, o que poderia explicar parcialmente os bons resultados.

Assista o video: https://youtu.be/AhyvMs4ZEuI

Fonte: Bored Panda.

 


Um ônibus desativado foi transformado em instalações móveis de banho para comunidade sem-abrigo de São Francisco em uma tentativa de “restaurar a dignidade, um banho de cada vez.”

Doniece Sandoval de 52 anos, uma ex-executiva de marketing que surgiu com o conceito, disse que ela ficou chocada com a sujeira do povo que ela testemunhava nas ruas e queria ajudar. Ela comenta que são mais de 3.500 desabrigados em São Francisco, no entanto, a cidade tem apenas oito chuveiros públicos para acomodá-los.

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Depois de ver a ascensão da comida gourmet sobre rodas, ela decidiu aplicar a mesma idéia para lavar. Sua organização sem fins lucrativos, 'Lava Mãe', foi lançada em 2013 e o primeiro ônibus está rodando como parte de um projeto-piloto.

Espera-se que um serviço completo seja lançado na primavera de 2015, com isso se espalhando através do país. Ela atende aos passageiros do sexo masculino, feminino e deficiente.

 “Lava Mãe, não é sobre acabar com os desabrigados. O que somos é sobre fornecer higiene, porque acreditamos que a higiene traz dignidade e dignidade abre oportunidades.”

Acesse o site, saiba mais e assista o video: http://www.lavamae.org/

A agência de transporte municipal de São Francisco doou um ônibus para a causa e está disposta a fornecer mais três, se o projeto Lava Mae for bem sucedido. Além disso a Comissão de Utilidades Públicas da cidade também concordou em deixar os casas de banho móveis conectadas em hidrantes se a água for paga.

 

Vicente Carvalho no Razões Para Acreditar.

 

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